MS MINDSHOPPER
Case Mind Shopper · Varejo farmacêutico · 2016–2019

Gerenciamento por Categorias | Pfizer

Estruturação do modelo de atuação e desenvolvimento da categoria de vitaminas e suplementos no varejo farmacêutico.

Processos e rotinas de GC Diagnóstico de shopper (comprador) Plano estratégico e scorecard Sortimento e planograma
Visão geral

Estratégia, processos e execução para desenvolver uma categoria no varejo farmacêutico

Este case apresenta o projeto de Gerenciamento por Categorias conduzido pela Mind Shopper para a Pfizer entre 2016 e 2019, na categoria de vitaminas e suplementos: da organização da capacidade interna à estratégia de sortimento, fluxo e exposição no ponto de venda.

Capacidade interna

Processos, papéis, rotinas e um modelo de atendimento adequado à maturidade de cada cliente.

Diagnóstico e estratégia

Comportamento do shopper, missões de compra, prioridades e um plano estratégico com indicadores e scorecard.

Execução no PDV

Estratégia de sortimento, racional de fluxo e exposição e planogramas aplicáveis a diferentes formatos de loja.

Perfil do cliente

Pfizer: Gerenciamento por Categorias para o portfólio de vitaminas e suplementos

A Pfizer buscava estruturar sua atuação em Gerenciamento por Categorias para o portfólio de vitaminas e suplementos — com destaque para a linha Centrum —, fortalecendo sua capacidade interna e desenvolvendo projetos estratégicos com importantes redes do varejo farmacêutico.

O projeto foi conduzido em um contexto de categoria com alto potencial de desenvolvimento, no qual as decisões de sortimento, exposição e espaço eram cada vez mais orientadas por dados e pela colaboração entre indústria e varejo — envolvendo redes como Pague Menos, Venâncio, DPSP e RD, com diferentes níveis de maturidade em Gerenciamento por Categorias.

Varejo farmacêutico
Redes de diferentes portes e regiões

Vitaminas e suplementos
Linha Centrum e portfólio da categoria

Maturidades distintas
Clientes em estágios diferentes de GC

Contexto

Uma atuação ainda pontual, que precisava se tornar um modelo consistente

Quando o projeto começou, o Gerenciamento por Categorias ainda não era um processo estruturado na companhia. O ponto de partida era organizar a própria forma de trabalhar.

Processo não estruturado

O Gerenciamento por Categorias ainda não havia sido realizado pela companhia e não fazia parte da rotina formal da organização.

Equipe enxuta

Um time reduzido e com pouca experiência na atividade de GC.

Informações desatualizadas

A leitura da categoria precisava ser atualizada, organizada e transformada em base de decisão.

Ausência de rotinas

Não existiam processos, rotinas e responsabilidades claramente definidos para o GC.

Clientes heterogêneos

Redes como Pague Menos, Venâncio, DPSP e RD apresentavam níveis muito distintos de maturidade em GC.

Necessidade de escala

A Pfizer precisava transformar uma atuação pontual em um modelo consistente e replicável.

O desafio

Estruturar, praticamente do zero, uma forma completa de atuar em Gerenciamento por Categorias

O desafio ia muito além de produzir análises ou um planograma. Era necessário construir uma forma de atuação que conectasse processos internos, diagnóstico de shopper, estratégia da categoria, atendimento aos clientes e execução no ponto de venda.

Isso exigia definir prioridades por cliente, criar um modelo de atendimento adaptado à maturidade de cada varejista, atualizar a leitura da categoria, organizar sortimento, exposição e indicadores — e preparar a equipe da Pfizer para conduzir discussões estratégicas com o varejo.

Solução Mind Shopper

Um sistema completo de Gerenciamento por Categorias

O trabalho envolveu o desenvolvimento dos processos de GC, a definição de papéis e responsabilidades do time Pfizer, a forma de atuação e as prioridades por cliente, modelos de atendimento adequados à maturidade de cada varejista e o desenvolvimento de projetos para Pague Menos, Venâncio, DPSP e RD — do planejamento estratégico da categoria ao scorecard, sortimento, fluxo, exposição e planogramas. A Mind Shopper estruturou um modelo completo de Gerenciamento por Categorias, conectando organização interna, inteligência de shopper, planejamento estratégico e execução no ponto de venda.

Organização

Processos internos, papéis e responsabilidades, rotinas de trabalho e modelo de atendimento com critérios de priorização de clientes.

Inteligência

Diagnóstico da categoria e entendimento do comportamento do shopper, das missões de compra e das cestas.

Estratégia

Plano estratégico, pilares de crescimento, scorecard e indicadores de acompanhamento da categoria.

Execução

Estratégia de sortimento, racional de exposição, fluxo da categoria, planogramas e materiais de apoio para as equipes comercial e de campo.

Conceito

O que é Gerenciamento por Categorias?

Gerenciamento por Categorias é um processo colaborativo que organiza decisões de estratégia, sortimento, exposição, preço e promoção a partir das necessidades do shopper e dos objetivos da categoria. Quando bem estruturado, o GC alinha indústria e varejo em torno de um mesmo plano — e transforma dados em decisões que funcionam na loja.

Capítulo A

Construção da capacidade de Gerenciamento por Categorias

Do pontual ao estruturado

Do processo pontual ao modelo de atuação

O projeto não se limitou à criação de um planograma. O trabalho começou pela organização da própria capacidade de Gerenciamento por Categorias: entender como a companhia operava, estruturar processos e só então aplicar o modelo nos clientes.

Organização

Papéis e responsabilidades

A clareza de papéis era condição para organizar demandas, priorizar análises, preparar negociações, implementar recomendações e acompanhar resultados. O modelo definiu como cada frente contribui para o GC.

Liderança

Direciona prioridades, patrocina o processo e garante a conexão do GC com a estratégia do negócio.

Equipe comercial

Leva as recomendações ao varejo, conduz negociações e conecta o plano da categoria à agenda de cada cliente.

Equipe de GC

Coordena o processo, desenvolve análises, define recomendações de sortimento e exposição e prepara os materiais de discussão.

Inteligência e dados

Organiza as bases, garante consistência das informações e sustenta o diagnóstico e os indicadores.

Equipe de campo

Implementa os planogramas na loja, verifica a execução e retorna informações sobre a realidade do PDV.

Cliente varejista

Participa das definições, valida prioridades e compartilha informações e objetivos para o plano conjunto da categoria.

Modelo de atendimento

Uma atuação adequada à maturidade de cada cliente

Nem todo varejista está no mesmo estágio de Gerenciamento por Categorias. O modelo definiu três níveis de atendimento, com entregas e profundidade proporcionais à maturidade de cada cliente.

Maturidade inicial
  • Organização de dados
  • Diagnóstico básico da categoria
  • Recomendações essenciais
  • Apoio à implementação
Maturidade intermediária
  • Análises de shopper
  • Definição de estratégia
  • Sortimento e exposição
  • Indicadores compartilhados
Maturidade avançada
  • Plano conjunto da categoria
  • Scorecard
  • Inovação
  • Acompanhamento contínuo
  • Discussões estratégicas
Capítulo B

Diagnóstico e plano estratégico

Comportamento de compra

Os pilares que explicam o crescimento da categoria

O diagnóstico analisou como o shopper compra a categoria a partir de pilares como penetração, frequência de compra, unidades por visita, valor da cesta e interação com outras categorias. Esses pilares — e não uma fórmula financeira literal — orientaram a leitura das oportunidades.

Penetração

Quantos shoppers compram a categoria — e quantos ainda não compram.

Frequência

Com que recorrência a categoria entra na cesta ao longo do ano.

Unidades por visita

Quantos itens da categoria são levados em cada ocasião de compra.

Interação com a loja

Como a categoria se combina com outras categorias e com o valor total da cesta.

Missões e cestas

Shoppers diferentes, jornadas diferentes

A análise identificou perfis e missões de compra distintos dentro da categoria. Cada missão apresenta composições de cesta, níveis de planejamento e critérios de escolha próprios — e, portanto, oportunidades diferentes de complementaridade.

Cuidado contínuo

Planejamento
Compra recorrente e planejada, ligada à rotina de cuidado.
Oportunidade
Fidelização, recorrência e soluções de uso contínuo.

Necessidade específica

Planejamento
Compra orientada por uma necessidade pontual, com decisão mais direta.
Oportunidade
Facilitar a localização e sugerir complementos relevantes.

Prevenção e bem-estar

Planejamento
Compra mais exploratória, influenciada por informação e visibilidade.
Oportunidade
Educação, experimentação e ampliação da cesta.
Priorização de segmentos

Participação, crescimento e contribuição

O tamanho isolado de um segmento não define sua prioridade. Um segmento pode ter grande participação e baixo crescimento; outro pode crescer rapidamente e ainda contribuir pouco. A estratégia precisa ler as três dimensões em conjunto.

Relevância atual (participação) Potencial de crescimento Segmento A alta participação Segmento B alto crescimento Segmento C dupla força Seg. D Seg. E
Tamanho do círculo = contribuição para a categoria Posições ilustrativas, sem dados reais

Relevância atual

Quanto o segmento representa hoje nas vendas da categoria.

Potencial de crescimento

Quanto o segmento pode evoluir, considerando comportamento e tendências.

Contribuição

Quanto o segmento efetivamente adiciona ao desenvolvimento da categoria.

Do dado à decisão

Fatos, insights e estratégias

O plano estratégico foi construído com uma lógica simples e poderosa: o que os dados demonstram (fato), o que isso significa para o shopper, para a categoria e para o varejista (insight) e qual ação deve ser adotada (estratégia).

FatoBaixa penetração da categoria
InsightExiste oportunidade concreta para ampliar a base de compradores da categoria.
EstratégiaAumentar visibilidade, educação e presença em pontos de contato relevantes para o shopper.
FatoBaixa frequência de compra
InsightA categoria precisa ser lembrada em mais ocasiões ao longo do ano.
EstratégiaTrabalhar comunicação, recorrência e complementaridade com outras categorias.
FatoCompra concentrada em uma única unidade
InsightHá oportunidade de ampliar a cesta em cada ocasião de compra.
EstratégiaExplorar complementaridade, formatos e soluções de uso contínuo.
FatoMissões de compra distintas
InsightUma única organização de gôndola não atende igualmente todos os shoppers.
EstratégiaEstruturar sortimento e exposição de acordo com as missões de compra.
Capítulo C

Objetivos, indicadores e scorecard

Objetivo da categoria

Um plano com papel, ambição e metas claras

O plano estratégico precisava definir, de forma encadeada, o papel da categoria, a ambição, os objetivos, as alavancas, os indicadores, as metas e o modelo de acompanhamento. O objetivo central foi formulado de maneira simples:

“Desenvolver a categoria, aumentar sua relevância para o shopper e gerar crescimento sustentável para indústria e varejo.”

Alavancas de crescimento

As frentes que movem a categoria

Sete alavancas foram organizadas no plano para transformar os objetivos em ações concretas na loja e no relacionamento com o varejo.

Sortimento Inovação Preço Promoção Exposição Comunicação Disponibilidade
Indicadores

Dois grupos de indicadores, uma leitura completa

Os indicadores foram organizados em duas famílias complementares: os que explicam o comportamento do shopper e os que medem valor e desempenho da categoria na loja.

Indicadores de comportamento

  • Penetração
  • Frequência de compra
  • Unidades por visita
  • Composição da cesta

Indicadores de valor e desempenho

  • Tamanho da categoria
  • Crescimento
  • Preço médio e ticket médio
  • Produtividade do espaço
  • Disponibilidade e execução
Scorecard

Um instrumento de alinhamento e priorização

O scorecard conecta objetivo, alavanca, indicador, situação e ação prioritária em uma única visão. Ele funciona como instrumento de alinhamento entre as áreas, priorização das iniciativas, acompanhamento periódico e revisão do plano. Filtre por situação para explorar o modelo:

Scorecard ilustrativo com objetivos, alavancas, indicadores, situação e ação prioritária
ObjetivoAlavancaIndicadorSituaçãoAção prioritária
Ampliar a base de compradoresComunicação e exposiçãoPenetraçãoPrioridadeAumentar visibilidade e educação no PDV
Gerar mais ocasiões de compraPromoção e comunicaçãoFrequência de compraAtençãoAtivar recorrência e lembrança da categoria
Desenvolver a cestaSortimentoUnidades por visitaAcompanharExplorar complementaridade entre segmentos
Organizar a navegaçãoExposiçãoExecução do planogramaAvançarImplementar o racional de fluxo nas lojas
Usar melhor o espaçoExposição e sortimentoProdutividade do espaçoAcompanharAjustar participação de espaço por segmento
Garantir presençaDisponibilidadeDisponibilidade em lojaAtençãoReduzir rupturas nos itens essenciais

Conteúdo ilustrativo, com rótulos qualitativos. O scorecard real utiliza os indicadores e metas definidos com cada cliente.

Capítulo D

Sortimento, fluxo e exposição

D.1 · Estratégia de sortimento

Critérios claros para decidir o que entra, permanece ou sai

Na categoria de vitaminas e suplementos, a definição do sortimento não partiu de preferências, e sim de um conjunto de critérios que combinam desempenho, papel do produto e realidade de cada loja — da linha Centrum aos demais itens e segmentos da categoria.

Relevância do item

Participação nas vendas e cobertura acumulada dentro da categoria.

Papel e segmento

Função do produto no portfólio, segmento e marca a que pertence — dos multivitamínicos, como a linha Centrum, às monovitaminas e minerais.

Produtividade

Contribuição do item em relação ao espaço que ocupa na gôndola.

Contexto da loja

Tamanho da loja, espaço disponível e missão de compra predominante.

A partir desses critérios, cada item recebia uma recomendação objetiva: inclusão, manutenção ou retirada do sortimento.

D.1 · Do portfólio ao sortimento por loja

O mix certo para cada formato

O objetivo não era ampliar o número de produtos, mas definir o mix mais adequado para cada contexto. O portfólio total passou por um funil de análise até chegar ao sortimento recomendado por formato de loja.

Matriz ilustrativa de sortimento por formato de loja
Grupo de itensLoja compactaLoja pequenaLoja médiaLoja grande
Itens de alta relevânciaEssencialEssencialEssencialEssencial
Itens de papel complementarNão prioritárioRecomendadoEssencialEssencial
Variações de formato e tamanhoNão prioritárioComplementarRecomendadoEssencial
Itens de nicho e inovaçãoNão prioritárioNão prioritárioComplementarRecomendado
Essencial Recomendado Complementar Não prioritário
D.2 · Fluxo da categoria

Uma sequência pensada para a navegação do shopper

A categoria foi organizada em quatro segmentos — Multivitamínicos, Vitamina D + Cálcio, Vitamina C e Monovitaminas + Minerais. O racional de exposição definiu a sequência de leitura desses blocos ao longo da gôndola, o espaço destinado a cada segmento e o agrupamento lógico que facilita a navegação — sempre conectado às missões de compra.

Início do fluxo Fim do fluxo

As larguras dos blocos são uma representação metodológica aproximada da participação de espaço de cada segmento — não correspondem a percentuais exatos.

Espaço proporcional

Cada segmento recebe participação de espaço coerente com sua importância e potencial.

Agrupamento lógico

Segmentos afins ficam próximos, criando blocos que o shopper reconhece com facilidade.

Conexão com a missão

A sequência acompanha a forma como o shopper procura e decide dentro da categoria.

D.3 · Racional de exposição em dois passos

Dois passos para organizar a gôndola

O racional de exposição foi traduzido em dois passos simples, fáceis de aplicar e de explicar para as equipes e para o varejo.

1º passo · Segmentos

Separar os produtos por segmento e definir o espaço adequado para cada bloco na gôndola.

Multivitamínicos bloco de maior espaço Vitamina D + Cálcio Vitamina C Monovitaminas + Minerais complementos da categoria FLUXO DE LEITURA
2º passo · Marcas

Dentro de cada segmento, organizar as marcas em blocos visuais contínuos, facilitando a comparação e a navegação.

MULTIVITAMÍNICOS VIT. D + CÁLCIO VITAMINA C MONOVIT. + MINERAIS Marca 1 Marca 2 Marca 3 demais marcas Marca 4 Marca 5 demais Marca 6 demais marcas demais marcas do segmento MESMOS ESPAÇOS DO 1º PASSO
D.4 · Aplicação do planograma na gôndola

Da recomendação à gôndola

O racional de sortimento e exposição foi traduzido em uma orientação visual aplicável à realidade da loja, organizando segmentos, marcas e espaço de forma clara.

Gôndola da categoria de vitaminas e suplementos com o planograma aplicado: segmentos e marcas organizados em blocos contínuos
Aplicação do planograma na categoria de vitaminas e suplementos.
Capítulo E

Implementação, resultados e legado

Implementação

Um modelo aplicado a realidades diferentes

O modelo foi construído para atender redes com diferentes níveis de maturidade, formatos de loja, espaços e necessidades de negócio. A partir de uma mesma metodologia, foram desenvolvidos projetos para Pague Menos, Venâncio, DPSP e RD — cada um adaptado à realidade do cliente, sem perder consistência.

Maturidades distintas

Do diagnóstico básico ao plano conjunto com scorecard e inovação.

Formatos de loja

Da loja compacta à loja grande, com sortimento e espaço adequados.

Espaços variados

Racional de exposição ajustado a diferentes equipamentos e módulos.

Necessidades de negócio

Prioridades e entregas alinhadas à agenda de cada varejista.

Método

Um sistema construído para funcionar em escala

O projeto não se limitou a uma apresentação ou a um planograma. Foi desenvolvido um sistema com uma lógica única de diagnóstico, indicadores padronizados e recomendações adaptáveis — pronto para ser aplicado pelas equipes comercial e de campo em diferentes clientes, maturidades, formatos de loja e tamanhos de sortimento.

Entregáveis

O que foi desenvolvido

Um conjunto integrado de entregas que cobre da organização interna à execução no PDV.

Diagnóstico da capacidade interna de GC
Processos e rotinas de trabalho
Papéis e responsabilidades
Modelo de atendimento por maturidade
Análise do comportamento do shopper
Leitura de missões e cestas de compra
Plano estratégico da categoria
Matriz de fatos, insights e estratégias
Scorecard da categoria
Indicadores de comportamento e valor
Metodologia de sortimento
Recomendações por formato de loja
Racional de fluxo e critérios de exposição
Planogramas
Material de apoio à aplicação da estratégia
Base replicável para novos projetos
Resultados

Resultados observados no projeto

Os resultados abaixo refletem as capacidades construídas na Pfizer e as evoluções observadas nos projetos com o varejo — com destaque para o trabalho desenvolvido com a RD.

Processos estruturados

O GC deixou de ser pontual na Pfizer e passou a contar com processos internos, rotinas e responsabilidades definidas.

Modelo de atendimento

Criação de um modelo de atendimento por maturidade, com projetos desenvolvidos para Pague Menos, Venâncio, DPSP e RD.

Discussões mais estratégicas

No trabalho com a RD, maior abertura para discussões estratégicas e para conversas sobre inovação na categoria.

Crescimento na RD

Crescimento da categoria e da marca Centrum no projeto com a RD, com evolução da participação de espaço da marca na gôndola.

Espaço e cadastro mantidos

Manutenção do espaço da marca em todos os clusters da RD — mesmo com a entrada e o fortalecimento da marca própria da rede e de Lavitan — e manutenção do cadastro da linha Centrum.

Base replicável

Sortimento revisado com critérios claros e uma base metodológica pronta para sustentar novos projetos com consistência.

Legado

Mais do que um projeto: uma nova forma de trabalhar a categoria

O legado do trabalho se organiza em três dimensões complementares.

Para a organização

  • Processos definidos
  • Rotinas estruturadas
  • Responsabilidades claras
  • Conhecimento interno desenvolvido

Para a estratégia

  • Diagnóstico consistente
  • Prioridades definidas
  • Indicadores de acompanhamento
  • Modelo de decisão

Para a execução

  • Sortimento com critérios
  • Racional de exposição
  • Planogramas aplicáveis
  • Acompanhamento na loja

“Gerenciar uma categoria é transformar dados, comportamento e estratégia em decisões que funcionam na loja.”

A Mind Shopper conecta inteligência de shopper, estratégia de categorias, processos e execução para construir soluções aplicáveis à realidade de cada cliente.

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